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“BPC é uma questão humanitária”

O deputado federal Miguel Lombardi votou a favor de derrubar o veto ao projeto de lei que aumenta de ¼ (R$ 261,25) para meio salário mínimo (R$ 522,50) o limite da renda familiar mensal per capita para idosos e pessoas com deficiência terem acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Agora, o Projeto de Lei 3055/97, do Senado, será promulgado como lei. O valor do BPC é de um salário mínimo (R$ 1.045,00).

“Eu conheço de perto a realidade dos idosos abandonados, principalmente no estado de São Paulo, por meio dos atendimentos da Sociedade São Vicente de Paulo. A questão orçamentária é importante, mas temos oportunidade de cortas privilégios tanto do Legislativo, do Executivo como também do Judiciário para garantir este benefício. Eu votei a favor dos pobres, não foi contra o veto da Presidência da República”, destacou o parlamentar.

Único parlamentar vicentino do Congresso Nacional, ponderou que nos últimos três anos o Brasil gastou a menos R$ 100 bilhões do estipulado na Emenda Constitucional nº 95 (EC 95) – Limite dos gastos públicos. Outra ponderação feita pelo deputado é que o setor público teve superávit primário de R$ 56 bilhões. “Não podemos fechar os corações para os que mais precisam. Principalmente porque o fosso da desigualdade é crescente. Somos o sétimo país mais desigual do mundo. Não é só uma questão orçamentária, é também humanitária”, frisou Miguel.

 

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