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Em entrevista ao Conexão no Ar, de Limeira, Deputado Miguel Lombardi (PL-SP) fala sobre suas atividades

Perguntado sobre a área da saúde o deputado Miguel Lombardi disse que já ajudou mais de R$ 110 milhões de recursos para as Santas Casas, equipamentos, mas diz que mesmo assim é difícil. “Estamos na Comissão da saúde e estudamos os gargalos que há nos hospitais para cumprir. É no governo federal e municipal que vemos a dificuldades. Ainda tivemos os vacinados. Há muito que cumprir”.

“Como cristão eu tenho a obrigação de acompanhar o que acontece. Infelizmente, a corrupção sempre vai existir. Nós temos que ser vigiados”.

Perguntado sobre como é o caminho para conseguir emenda para o município. O deputado Miguel respondeu que em Brasília os tramites começam em outubro, um  percentual da receita publica que é 15 milhões é destinados a indicação para os municípios. “Temos que acompanhar para ver se as Santas Casas estão recebendo, cuidar dos documentos, das entidades. Para a entidade de Limeira R$ 1 milhão e sempre consigo. Eu sou um dos Congressistas que mais coloca recursos na área da saúde”.

“Quando há votação no partido eu busco apoiar mas no caso do fundão não votei e o PL é um partido muito forte, um dos mais forte do governo, mas algumas matérias eu não voto. Eu votei a favor do voto impresso porque sou a favor da transparência. Sou a favor da total transparência, que o voto seja auditado. Sou ficha limpa. Mas, são muitas injustiças. Eu faço a minha parte e as vezes as redes sociais falam algumas coisas que não querem dizer a verdade”.

Como você vê o cenário desse ano? Presidencial

“Eu sou católico praticante. E a intolerância do ser humano é muita. É de extrema esquerda ou extrema direita. Há confrontos, vidas perdidas. E devemos respeitar a democracia. Tem muitas falhas no governo, mas poderíamos ter comprados mais vacinas. Estou lá a sete anos e sou mão firme na corrupção. Quanto ao Bolsonaro, que partido que não vai querer ter um presidente da republica. Ele sabe que o PL tem linha. O que é falado deve ser cumprido. A segurança dele está no terceiro maior partido do Brasil. Ele veio porque ele tem tranquilidade pra disputar reeleição. Eu entrei na minha vida publica em 1995 no PL e estou até hoje”.